9 de set de 2008

The flamboyant invisible man

Tô meio sem idéias para a introdução dos meus assuntos de hoje, então vou pôr tudo sem introdução mesmo.

Fiquei sabendo, recentemente, que tem mais gente entrando, ou pelo menos passeando, aqui do que eu imaginava. O que é uma pena, mais para eles (no caso, vocês) que para mim. Sendo assim, eu deveria tomar mais cuidado com minhas postagens, certo? Certo. Mas não vou, tô nem aí. Quem sabe assim eles (vocês) tomam vergonha na cara e vão ler algo mais útil, como o blog do Allan Sieber ou bula de pomada para hemorróidas.

O segundo assunto é uma comparação entre os dias de hoje e ontem, ou melhor, sobre o tratamento que recebi nos dois dias.

Ontem, tive a sincera impressão de estar sendo evitado. Não pelos que eu conheço. Pelo menos não por todos que eu conheço. Mas por quem passava por mim. Pareciam todos fazer um esforço enorme para não me terem no campo de visão. Eu achei que tinha me tornado o fantástico homem invisível, tomei até fumaça de cigarro na cara; só percebi que não era quando fui cumprimentado por alguém... que eu não conhecia! Ainda bem, imagina só se eu tivesse tentado entrar no banheiro feminino.

Hoje, foi justamente o contrário! No começo, achei que eu apenas parecia com alguém que aquelas (estranhas) pessoas conheciam. Até que gente demais começou a me encarar. Fiz a conclusão óbvia - hoje eu devo estar mais bonito, não é? "Calma aí, não é só mulher que tá me encarando... E não é possível que haja tantos gays nessa cidade... E muito menos que eu seja bonito assim, pra chamar a atenção de tanta gente. Será que tem cocô de pombo na minha roupa? Ou chiclete no meu cabelo?"

Então eu me olhei no espelho: "Ué... tô vendo nada de estranho, pelo menos nada que seja novo, só as esquisitices de sempre mesmo. Santas Armas de Destruição em Massa, Batman! Que diabos se passa?"

Nunca achei que evitassem me olhar tanto quanto ontem. E nem que me encarassem tanto quanto hoje. "Não é ciência, é macumba!" Só pode ser!


Desconectando.

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